sábado, 30 de julho de 2011

Lugares Assombrados em São Paulo - SP (Transcrevendo....)

http://esquisiticis.blogspot.com/2010/07/lugares-assombrados-em-sao-paulo.html

Edifício Joelma
Av. 9 de Julho, 225 Centro
O fogo destruiu o edifício e a imagem e a imagem das pessoas se atirando do alto das janelas para fugir das chamas correu mundo.
Para fugir do fogo, 13 pessoas acabaram morrendo dentro do elevador. Como não foram identificadas, surgiu "o mistério das 13 almas". Mas a fama do Edifício Joelma vai além. Antes de ser construído, houve um assassinato naquele local. Um homem matou a mãe e as irmãs e as enterrou no poço no fundo de casa. Quando ele foi descoberto, se suicidou.
Além disso, voltando as treze almas, seus corpos foram enterrados no cemitério de vila alpina, na zona leste de São Paulo. O mais interessante é que no túmulo dessas 13 pessoas tem uma advertência: "Não acenda velas nesse túmulo". Porque será?
Atualmente ele é denominado Edifício Praça das Bandeiras.
O MISTÉRIO DAS TREZE ALMAS


Dia 1º/02/1974: o edifício Joelma, na praça da Bandeira, é incendiado e destruído. O incêndio mata 179 pessoas e deixa 300 feridos.
Treze pessoas tentaram escapar usando o elevador, mas ficaram presas ali, morrendo carbonizadas. Essas vítimas nunca foram identificadas. Foram enterradas perfiladas, lado a lado, no cemitério São Pedro, Vila Alpina. O zelador do local conta que, frequentemente, ouve gemidos vindos dos túmulos das “treze almas”, como ficaram conhecidas, e que esses gemidos só cessam quando ele molha as lápides com água de mangueira.

Castelinho da Rua Apa
Rua Apa n°236, esquina com a Av. São João
Uma história de glamour e sangue abalou a aristocracia paulistana na noite de 12 de maio de 1937. Três membros de uma das mais abastadas e tradicionais familias, os Reis, foram encontrados mortos em circunstâncias misteriosas.
O cenário do crime: o interior de um castelinho localizado na Rua Apa com a Av. São João no centro de São Paulo. Ele é uma réplica de um castelo medieval, contruído e projetado por arquitetos franceses no século passado.
Hoje as paredes estão caindo aos pedaços, há uma pilha de entulho no chão e pouco faz lembrar que aquilo é um pequeno castelo, a não ser a torre. O mesmo terreno abriga a ONG Clube de Mães do Brasil, que tem oficina profissionalizante de costura e de manuseio com produtos recicláveis, além de funcionar como creche.
A maranhense Maria Eulina Reis Hilsenbeck é quem administra o local. Ela não gosta quando o assunto envolve as histórias assustadoras sobre o castelo, que ela não reforma por falta de dinheiro. Mas cede e admite que existe uma "energia" diferente no ar. "É uma troca de energia. Está em volta da gente e não devemos ter medo", diz Eulina.
Ela conta que teve um breve contato com a tal "energia" certa noite. "Ele (seria um garoto) estava na porta do castelinho com os braços cruzados me olhando. Perguntei o que estava fazendo ali e ele saiu", relata a maranhense, que se diz espiritualista.
Na verdade, esse pequeno castelo já foi muito investigado, até os Ghost Hunters já vieram aqui para o Brasil para investigar.
Bairro da Liberdade e Capela dos Aflitos
Rua dos Aflitos, 70
Há quem acredite que o nome do templo, localizado na pequena Rua dos Aflitos, é uma referência a Nossa Senhora dos Aflitos, mas existe outra versão: "O nome teria sua origem pelo fato dos escravos serem enforcados naquele local". Um local de sacrifício? Na verdade o antigo nome do largo da liberdade era "Largo da Forca" e a população se reunia naquele local para assistir o macabro "espetáculo".
O Fantasma do Soldado
Um eterno passante da Liberdade seria o espírito do soldado Francisco José das Chagas. No dia 27 de julho de 1821, irrompeu em Santos a revolta nativista chefiada pelo soldado Francisco das Chagas, mais conhecido por Chaguinhas. Por ter nascido em São Paulo, embora vivesse em Santos, Chaguinhas foi levado para a capital paulista, onde seria enforcado, meses depois. Ele passou a sua última noite preso em uma cela na capela de Nossa Senhora dos Aflitos.
"Dizem que ainda perambula, inconformado com a situação pela qual passou". O tour pelo bairro passa ainda pela Igreja Santa Cruz das Almas dos Enforcados. Um tanto lúgubre, mas bonita. "Algumas pessoas contam que vêem e sentem espíritos.Em uma parte do bairro foi construído o primeiro cemitério da cidade. Daí a suspeita de que almas vagariam pelas ruas e becos à noite. "Por ter sido um cemitério, muita gente comenta que alguns corpos ainda estão enterrados ali. As pessoas dizem que vêem vultos e ruídos".
A capela dos Aflitos existe até hoje no Beco dos Aflitos, muito escondida entre os prédios construídos atuais, lá populares fazem pedidos a Chaguinha o que o tornou um santo popular da cidade.

Palácio da Justiça
Praça Clóvis Becilacqua s/n°- Centro
O Palácio da Justiça tem em sua história curiosidades e fatos marcantes. Considerado monumento de valor cultural e de ideais nobres, o prédio foi tombado pelo Governo do Estado em 1981.Segundo guias turísticos noturnos que passam pelo local é possível , "ouvir choros e barulhos de pessoas condenadas que se dizem injustiçadas". Eles cruzam também o famoso Edifício Martinelli, por onde “desfilaria” a alma de uma loira (a loira do Martinelli). Nem a Câmara dos Vereadores foi poupada e estaria povoada de espíritos.
Casa da Dona Yayá
Rua Major Diogo, 353, Bela Vista
A Casa da Dona Yayá, no Centro, também é assombrada. Rica herdeira paulistana, Sebastiana de Mello Freire, mais conhecida como Dona Yayá, tinha problemas mentais. Em 1920, por recomendação médica, mudou-se para a chácara, que ganhou seu nome. O local foi adaptado para que ela pudesse receber o tratamento. Um solário foi construído com altas paredes de vidro para a paciente não fugir.
A família foi marcada por uma série de calamidades: uma das irmãs de Yayá morreu asfixiada aos 3 anos, pela ingestão um objeto em seu berço. Outra irmã morreu aos 13 anos, de tétano, ao espetar-se num simples espinho de laranjeira.
Em 1899, ambos os pais de Yayá adoeceram e morreram com um intervalo de apenas 2 dias, em lugares diferentes e sem que sequer soubessem da doença um do outro. A pequena órfã e seu único irmão sobrevivente, Manuel de Almeida Mello Freire Junior, então com 17 anos, passaram a ser tutelados por Albuquerque Lins - que mais tarde viria a ser Presidente do Estado de São Paulo.No dia 4 de setembro de 1961 morria no Hospital São Camilo a única moradora do casarão situado à rua Major Diogo, 353. A senhora de 74 anos havia permanecido confinada em sua casa desde 1925, e dela só saíra para morrer, pois fora condenada a viver reclusa para sempre em seu cárcere particular por conta da doença mental que a acometera aos 32 anos de idade.Era uma das mulheres mais ricas de seu tempo, mas por pouco tempo pôde gozar de sua imensa fortuna. Sua riqueza, sua felicidade e sua juventude foram perdidas junto com a sua lucidez, e penou durante mais de 40 anos como uma morta-viva, cercada do maior luxo sem poder usufruí-lo. Enquanto que todos os seus entes mais queridos morreram tragicamente, ela viveu tragicamente, alheia ao mundo que a cercava e principalmente, a si mesma, e quando finalmente a morte pôs um fim a seu sofrimento, com ela se extinguiu uma antiga e poderosa linhagem paulista.
Até seus parentes mais distantes foram morrendo um a um sem verem concretizadas suas esperanças de vir a herdar uma das maiores fortunas da época. O lado “mal-assombrado” da questão está no fato de pessoas afirmarem que ouvem gritos pela redondeza e a ilustre moradora vaga por ali.
            Sobrenatural.org

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