sexta-feira, 24 de abril de 2015

Intrigantes Mistérios da Natureza

FONTE:http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=1971&source=viral_box

Pedras que andam no Vale da Morte, marés vermelhas, luas cor de laranja, círculos de gelo... nosso mundo está cheio desses fenômenos tão bizarros quanto, aparentemente, inexplicáveis. Apresentamos a seguir 13 das mais interessantes maravilhas misteriosas do planeta!
1. Pedras que "andam"
mistérios, natureza
As misteriosas pedras "caminhantes" do deserto do Vale da Morte, nos EUA, têm sido objetos de controvérsia científica por décadas. Sabe-se que rochas pesando centenas de quilos se moveram por vários metros ao longo do tempo.
Alguns cientistas acreditam que a causa deste fenômeno é uma combinação de ventos fortes sobre o barro úmido (nem todos os desertos são de areia). Entretanto, essa teoria não consegue explicar a evidência que demonstra ue duas pedras que começam a mover-se no mesmo ponto se movem em velocidades e direções diferentes. Além disso, a Física não endossa essa teoria, pois seria necessário que houvesse ventos extraordinariamente fortes para mover algumas destas pedras.
2. Colunas de basalto
mistérios, natureza
Quando a lava vulcânica seca, ela se contrai no sentido vertical mas se quebra no sentido perpendicular à direção do fluxo com uma precisão geométrica incrível. Como resultado, ocorrem formações hexagonais que parecem ter sido fabricadas por mãos humanas.
Um dos exemplos mais famosos é a Calçada do Gigante, no litoral da Irlanda do Norte. A maior e mais conhecida mundialmente é a do Monumento Nacional da Torre do Diabo, em Wyoming, EUA.
3. Buracos azuis
mistérios, natureza
Os buracos azuis são formações aquáticas causadas por uma enorme e repentina redução na elevação da água. Seu nome faz referência ao contraste entre o azul escuro das águas profundas e a tonalidade mais clara das águas mais rasas ao seu redor. Esses buracos têm centenas de metros de profundidade e, ainda que seja possível explorar alguns deles, muitos outros não têm oxigênio suficiente para a existência de vida aquática devido à precária circulação da água. Alguns buracos azuis abrigam fósseis muito antigos em suas profundidades.
4. Maré vermelha
mistérios, natureza
A maré vermelha se origina devido è excessiva proliferação de microalgas coloridas que podem chegar a tingir grandes porções do oceano ou da costa de vermelho. Embora algumas sejam completamente inofensivas, muitas outras podem ser indicadores de toxinas mortais que poderiam ameaçar a vida dos peixes, aves e mamíferos marinhos.
Em muitos casos, até seres humanos foram afetados pela maré vermelha, ainda que não haja nenhum caso fatal. Em geral, quando em pequenas quantidades, o fitoplâncton das marés vermelhas não costuma ser nocivo.
5. Círculos de gelo
mistérios, natureza
Embora muitas pessoas vejam nos círculos de gelo um motivo para elaborar toda a sorte de teorias conspiratórias, os cientistas explicam que este fenômeno é formado por redemoinhos na água, que giram um pedaço de gelo em círculos. Como resultado desta rotação, outros pedaços de gelo e materiais flutuantes formam bordas parelhas, que logo se convertem em círculos perfeitos.
Já foram vistos círculos de até 150m de diâmetro, bem como grupos de círculos de diferentes dimensões.
6. Nuvens mastodônticas
mistérios, natureza
Este fenômeno costuma ser um indicador de tormentas ou mudanças climáticas repentinas. As nuvens mastodônticas são compostas principalmente por gelo, e podem estender-se por centenas de quilômetros em cada direção.
As formações individuais podem permanecer visíveis e estáticas por até 15 minutos.
7. Arco-íris de fogo
mistérios, natureza
Um arco com uma linha mais horizontal ocorre quando se produz uma confluência entre o tempo, a posição do sol e a presença de certo tipo de nuvens. Os cristais de gelo dentro das nuvens refractam a luz em forma de diversas ondas visíveis do espectro das cores. Devido à pouca frequência com que ocorre este fenômeno, não existem muitas imagens dele. Mas é bonito.
8. Sumidouros e Dolinas
mistérios, natureza
As dolinas e sumidouros são alguns dos fenômenos naturais mais apavorantes do mundo. Com o tempo, a água erode o solo debaixo da superfície terrestre até que, de repente, o chão cede e termina se desmoronando. Embora muitas dolinas ocorram de forma natural, algumas são causadas pela intervenção humana.
9. Penitentes
mistérios, natureza
Os penitentes têm este nome em referência aos hábitos com um capuz pontudo usados pelos religiosos que acompanhavam as procissões de penitência na Espanha (foto no canto inferior direito). São curiosas formações de neve e gelo em forma de lâminas, com as pontas em direção do sol. Tais formações somente se encontram em lugares de grandes altitudes e podem alcançar o tamanho de uma pessoa. Um dado curioso é que esse fenômeno atrasa o processo de derretimento dos picos, pois produz sombras nas superfícies mais profundas e permite que o vento sopre entre eles.
10. Nuvens lenticulares
mistérios, natureza
As nuvens lenticulares (o nome refere-se à sua forma semelhante a uma lente) são massas de nuvens que se formam pelo influxo do ar úmido que, ao encontrar-se com um obstáculo, como uma montanha, começa a subir e descer de temperatura. A condensação do ar faz com que a umidade se condense e forme a nuvem lenticular. Igual a outros tipos de nuvens, as lenticulares são indicadoras de características atmosféricas que ajudam a prever as condições meteorológicas das áreas onde se encontram.
11. Parélio
mistérios, natureza
Os parélios são resultados do reflexo da luz através de cristais. A forma e orientação dos cristais pode causar um forte impacto visual no espectador. A altura do sol no céu faz com que esta espécie de halo de luz apareça a uma distância de aproximadamente 22° à direita ou esquerda do sol. As condições climáticas variadas nos outros planetas do nosso sistema solar produzem halos de até quatro parélios a partir da perspectiva desses planetas. Os registros e estudos sobre os parélios remontam a vários séculos.
12. Redemoinho de fogo
mistérios, natureza
Redemoinhos de fogo aparecem em incêndios onde se produzem certas combinações de condições climáticas. Esses redemoinhos também podem ser consequência de outros fenômenos naturais, tais como terremotos ou tormentas e, em muitos casos, podem ser extremamente perigosos. Há registros de alguns redemoinhos que chegaram a um quilômetro de altura e alcançado uma velocidade de até 160km/h. Em muitos casos, podem durar mais de 20 minutos e seu poder destruidor é enorme.
13. Lua alaranjada
mistérios, natureza
Muitas pessoas já tiveram oportunidade de apreciar este fenômeno. Quando a lua aparece mais baixa no horizonte, a atmosfera absorve as cores azuladas, dando passe livre às tonalidades amarelas, alaranjadas e vermelhas. A última foto mostra a verdadeira cor da lua, realçadas, para mostrar com nitidez a diferença dos tons dos minerais existentes na superfície lunar. Ao ver as cores e as crateras, podemos imaginar a quantidade de impactos que vários materiais já provocaram na cara do nosso lindo satélite.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Limpeza e Energização de Ambientes

FONTE:http://www.sobrenatural.org/materia/detalhar/11219/limpeza_e_energizacao_de_ambientes/

A inveja, o mau olhado e a ação de espíritos possessores podem impregnar negativamente o ambiente em que vivemos, podendo promover a insônia, a perda de cliente e até mesmo brigas sem motivo algum. Saiba como se prevenir utilizando rituais que são verdadeiros exorcizadores de ambientes.

O PODER DO INCENSO
Primeiramente vamos falar um pouquinho do poder o Incenso: Entre os cristãos, católicos, evangélicos, hindus, esotéricos, místicos... desde tempos primitivos, o incenso tem sido usado como rito de purificação, para abençoar e para a elevação de nossas orações a Deus.

Leiam em: Bíblia Mateus 2:11 - “E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, INCENSO e mirra (óleo)” - (Lucas 1 : 9) "Segundo o costume sacerdotal, coube-lhe em sorte entrar no templo do Senhor para oferecer o incenso." - (Êxodo 30 : 1) "E FARÁS um altar para queimar o incenso; de madeira de acácia o farás." - (Apocalipse 8 : 4) "E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos desde a mão do anjo até diante de Deus."

Sacerdote preparando o incensário. Papa Bento XVI purificando o altar com incenso
LIMPEZA DO AMBIENTE (para casas, empresas, lojas)
Ingredientes:
- fósforo, evite usar isqueiro.
- incenso, uma boa fragrância é a de cravo, mas você também pode utilizar; arruda, alfazema, rosas brancas...

SIMBOLOGIA:
INCENSO: Limpeza e purificação.
CRUZ: o X e a Cruz, simbolizam cortar, mandar embora.
MANTRA: ‘DIEI THU THI’. Uma das formas “aramaica” de se invocar ‘Em nome do Filho de Deus’ para Abençoar.
CRAVO: Desbloqueia a energia presa, abre caminhos. Seu aroma tem o poder de afastar os espíritos que consomem e levam o dinheiro embora.
ARRUDA: contra inveja e mau olhado
ALFAZEMA: Afasta a inveja e mau olhado.
FOSFORO, FOGO: Queima, purifica.
O RITUAL - Inicie no cômodo mais distante da porta da sala: (porta de saída) , fundos da loja ou da empresa. - Segure 3 varetas de incenso com a mão direita. Acenda com o fósforo. De frente para um canto do cômodo faça com as varetas um sinal da CRUZ dizendo “DIEI THU THI”. Repita o mesmo para todos os outros cantos do ambiente. Faça este ritual no quarto, no banheiro, na cozinha... deixe por último a sala (porta de saída). Para finalizar abra a porta e faça o sinal da cruz com o incenso dizendo “DIEI THU THI”. Por fim, feche a porta da sala e deixe todo o incenso queimar no ambiente.

OBS: Você também pode fazer o sinal da CRUZ dizendo “DIEI THU THI”, sobre os equipamentos eletrônicos, computador, carteira de dinheiro, cofre...

LIMPEZA DO AMBIENTE muito carregado.
Ingredientes:
- milho de pipoca
- um pouco de óleo

SIMBOLOGIA:
A energia negativa tem sua maior concentração ao nível do chão. A PIPOCA: possui a propriedade de agir como uma esponja absorvendo fluidos negativos.

O RITUAL - Faça um pouco de pipoca SEM SAL e com pouco óleo. Jogue um punhado de pipoca no chão de cada cômodo do ambiente, mentalizando sua propriedade de absorver toda a energia negativa do local. Aguarde uns 15 minutos, só então com uma vassoura, varra toda a pipoca para a porta de saída. NÃO COLOQUE A MÃO NA PIPOCA. Use luvas descartáveis ou um saco plástico como luva e uma pá para pegar a pipoca. Coloque tudo numa sacola e jogue imediatamente no lixo, fora de casa, fora da empresa. Lave a pá e a vassoura com água corrente.


Ialorixá purificando o fiel com um banho de pipoca
LIMPEZA E PROTEÇÃO CONTRA MAU OLHADO
Ingredientes:
- alfazema (perfume deo colônia)
- vinagre
- água

SIMBOLOGIA:
ALFAZEMA: Acalma o ambiente. Revitaliza. Também afasta mal olhado e espíritos invejosos.
VINAGRE: O uso do vinagre data dos primórdios da civilização. Existem registros da existência do vinagre no Egito antigo, onde era usado como um elixir, como medicamento. Era usado também para assepsia e combate a algumas doenças. E em rituals evangélicos de purificação.
ÁGUA: Representa a purificação, a regeneração, a profundeza e o infinito.

O RITUAL - Em um balde com mais ou menos 5 litros água, coloque 7 gotas de vinagre e uma colher de sopa de Alfazema. Umedeça um pano limpo na água e passe em todo o chão da casa ou da empresa.

RITUAL DE LIMPEZA E PROTEÇÃO DE AMBIENTE CONTRA ESPÍRITOS MALÉFICOS
Ingredientes: Sal Grosso

SIMBOLOGIA:
O SAL GROSSO atua no plano astral e na esfera psíquica, como esterilizador. Limpa o ambiente das energias negativas. Promove uma barreira invisível e poderosa contra as energias do mal

RITO 1 - Em cada canto da casa ou da empresa, coloque uma pequena porção (aproximadamente uma colher de café) de sal grosso.

RITO 2 – Você pode espalhar sal grosso no chão de todo o ambiente. Aguarde uns 15 minutos, só então com uma vassoura, varra todo o sal para a porta de saída. NÃO COLOQUE A MÃO NO SAL. Use luvas descartáveis e uma pá para pegar o SAL. Coloque tudo numa sacola e jogue imediatamente no lixo, fora de casa ou da empresa. Lave a pá e a vassoura com água corrente.

PARA SABER MAIS SOBRE O PODER DO SAL
Leia na Bíblia em II REIS 2, 13- 22: como poder do sal pode purificar e destruir todo o mal que se encontrar em um ambiente
(19) E os homens da cidade disseram a Eliseu: Eis que é boa a situação desta cidade, como o meu senhor vê; porém as águas são más, e a terra é estéril.
(20) E ele disse: Trazei-me um prato novo, e ponde nele sal. E lho trouxeram.
(21) Então saiu ele ao manancial das águas, e deitou sal nele; e disse: Assim diz o SENHOR: Sararei a estas águas; e não haverá mais nelas morte nem esterilidade.
(22) Ficaram, pois, sãs aquelas águas, até ao dia de hoje, conforme a palavra que Eliseu tinha falado.


CRISTALOTERAPIA - AMETISTA PARA PROTEGER AMBIENTE
O Poder da Ametista pode ser utilizado, tanto em ambiente familiar como empresarial. Ela possui uma propriedade em particular; canaliza e destrói a energia negativa do ambiente. O Ideal é utiliza um pedaço da pedra em estado bruto, como na imagem da foto abaixo. Coloque a pedra bem avista, no centro da mesa ou numa bancada. Conforme ela absorve a energia negativa, ela começa a se esfarelar. Quando alguém toca no cristal ele sofre um choque de energia, podendo quebrar-se ou até cair no chão. Neste caso, lave tudo com água corrente e volte a utilizar o pedaço maior da pedra.
Uma vez por semana, limpe a pedra em água corrente.

Esfera bruta de pedra ametista – Pedaço bruto de Ametista
SEMENTES DE OLHO DE BOI CONTRA MAU OLHADO E INVEJA
Ótimo canalizador de energia. Coloque algumas sementes em um pote transparente com água. Utilize-o como um arranjo ou esconda-o no canto do ambiente. Quando o local estiver carregado negativamente, as sementes irão arrebentar, quanto mais semente estouradas, mais carregado está o ambiente. Jogue as que estouraram fora.

Sementes olho-de-boi
Você também pode colocar uma semente em um copo d’água atrás da porta, sempre que alguém muito negativo entrar, ela arrebenta...

Outra opção para proteção, é utilizar as sementes, em arranjos de vidro, sem a água. Deste modo elas não arrebentam, mas continuam protegendo todo o ambiente. Troque as sementes a cada 6 meses.

Pastor evangélico da Igreja Nova Vida em programa de televisão
com pote cheio de sementes de Olho de Boi ao fundo
Autor Mr.Tlaloc
Se copiar cite a fonte: www.sobrenatural.org

Consultórios espirituais prometem curar doenças

FONTE:http://www.sobrenatural.org/noticia/detalhar/14461/consultorios_espirituais_prometem_curar_doencas/

Consultas espirituais na região de Rio Preto atraem uma média de 4,7 mil pessoas por mês com promessas de expulsão de encostos (espíritos do mal) e cura para doenças como câncer, paralisia e até aids. Para isso, os curandeiros burlam a lei e chegam a colocar em risco a saúde dos doentes - um deles está na mira da Vigilância Sanitária por exercício ilegal da medicina.
Dos três que apregoam curas milagrosas no noroeste paulista, dois cobram taxa, com o argumento de que o valor serve para custear os insumos usados. Em Votuporanga, Edelarzil Munhoz Cardoso, que diz extirpar tumores e o vírus da aids ao retirar sangue e objetos de montes de algodão, pede R$ 14 dos peregrinos, enquanto Milton Mariotti cobra R$ 10 de quem se dispõe a fazer um pequeno corte na orelha para sarar de problemas na coluna.
Somado, o faturamento bruto de ambos chega a R$ 47 mil por mês. João Gotardo, que diz incorporar o espírito de um médico alemão, não cobra dos pacientes. Mariotti, um afiador de tesouras e alicates de unha, começou com suas “cirurgias” há 34 anos. Na época, o irmão sofria de graves dores nas costas. “Um dia, amanheci com a ideia de fazer um corte na orelha dele”, diz. Em 30 dias, segundo ele, o irmão estava curado.

João Gotardo faz cirurgias espirituais em Nhandeara; ele não cobra dos pacientes (Foto: Edvaldo Santos)
A notícia se espalhou rapidamente, e a casa de Mariotti, em Votuporanga, tornou-se um centro de peregrinação de doentes de todo o País e até do exterior. Por mês, cerca de 500 homens, mulheres e crianças são “operados” pelo afiador de tesouras. “Há dois meses, vieram dois homens do Marrocos. Depois soube por parentes no Brasil que tinham se curado.” No ano passado, a Vigilância Sanitária fez blitz e apreendeu os objetos utilizados pelo curandeiro. Mariotti foi proibido de fazer novos procedimentos.
“É exercício ilegal da medicina, o que é crime”, diz a diretora da Vigilância de Votuporanga, Nely Fernandes Droveto de Oliveira. “Esse senhor expõe as pessoas a risco de infecção, se o material que ele usa para os cortes não for bem esterilizado. Pode haver risco de transmissão de doenças infectocontagiosas, como aids e hepatite.” Apesar dos riscos, Mariotti permanece na ativa, clandestinamente.
No dia 17 deste mês, sem se identificar, a reportagem esteve na casa do afiador de tesouras. Quem atende é uma mulher. No fundo da residência, cinco idosos aguardam. Um deles, João, veio de Santo Anastácio, região de Presidente Prudente, trazer a mulher. “Tinha desvio na coluna e três bicos de papagaio. Nenhum médico me curava. Vim aqui faz três meses e hoje estou bom. ”
Após meia hora de espera, Mariotti chama todos para sua sala, que lembra um consultório médico - paredes brancas, mesa, cadeiras, sem símbolos religiosos. Ele pede para o repórter, que sofre de dores na coluna, sentar-se, e une os polegares com os braços esticados na horizontal e na vertical. Vem o diagnóstico: “Você tem duas protrusões, uma lombar e outra cervical. Vou fazer em uma orelha, e daqui 50 dias você volta para a gente fazer na outra”, diz ao repórter. Em seguida, passa álcool em gel nas mãos, e manda o paciente segurar um pedaço de gelo na orelha para adormecer a pele e aliviar a dor.
Enquanto isso, aquece um bisturi em um fogareiro e diz: “Eu creio em Deus, em Jesus e no sol”. Pede para respirar fundo e faz dois cortes na orelha direita, um deles profundo. Apesar da pele adormecida, a dor incomoda. O borracheiro Paulo Fabiano Pereira, 31 anos, de Guapiaçu, garante que os cortes na orelha o salvaram de um desvio crônico na coluna. “Fiquei dois anos de cama, tomei 36 injeções. Nada adiantava. Só o Milton conseguiu me curar, faz seis anos. Hoje carrego pneu, trabalho normalmente.”

Edelarzil Munhoz Cardoso diz extirpar tumores e o vírus da aids; ao lado, Milton Mariotti faz corta orelha para curar problemas na coluna (Foto: Jose Carlos Moreira)
Hassen Saidah, acupunturista da Famerp, diz que a orelha tem pontos de representação de todo o corpo humano. “Ao estimular esses pontos, as agulhas aliviam dores e curam doenças, o que é comprovado pela ciência. Mas cortar esses pontos pode anulá-los.”
Para o Conselho Regional de Medicina (Cremesp), só médicos podem fazer incisões na pele. “Isso é caso de polícia”, diz o presidente regional da entidade, Pedro Teixeira Neto. Segundo a Delegacia Seccional de Votuporanga, não há inquérito para apurar a atividade de Mariotti. Em tempo: as dores nas costas do repórter só pioraram do dia da visita até ontem. A elas, acrescentou-se o incômodo das feridas na orelha.
Afiador de tesouras admite ilegalidade
O afiador de tesouras e alicates de unha Milton Mariotti admite a desobediência à determinação da Vigilância Sanitária para que parasse de fazer cortes em orelhas. “As pessoas aparecem com dor, fico com dó em não ajudar. Sei do risco, mas o meu coração pede para auxiliar esses doentes.” Após a blitz da Vigilância no ano passado, Mariotti disse que o filho dele, que é médico em Curitiba, procurou o Ministério da Saúde na tentativa de legalizar a atividade. Mas não conseguiu. “Disseram que seria impossível.”

O borracheiro Paulo Fabiano Pereira, de Guapiaçu, garante que os cortes na orelha o curaram de desvio crônico na coluna (Foto: Guilherme Baffi)
Mariotti garante curar todo e qualquer tipo de problema na coluna. “Só não sara quanto a doença é nos ossos”. Ele não quis detalhar como consegue a cura apenas com um corte na orelha. “Isso eu tenho aqui dentro de mim.”
O afiador nega qualquer risco de transmissão de doenças. “Para cada pessoa é uma lâmina diferente, que jogo fora.” Mas admite que pode haver problemas de cicatrização quando o paciente é diabético. “Aí irrita um pouco.” Por dia, ele afirma atender a média de 15 pessoas, exceto aos sábados, quando chega a 25.
Farmacêutico diz incorporar médico alemão
Todas as quartas e domingos o Centro Espírita Caminho da Paz, em Nhandeara, atrai centenas de pessoas em busca de cura para todo tipo de doença, de câncer a paralisia, passando por cegueira, dores na coluna, cólicas de rim.
Lá dentro, João Gotardo, 63 anos, diz incorporar o espírito de um médico alemão de nome grego morto em combate aos 37 anos durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942. Sem cortes ou perfurações na pele, Gotardo pratica a chamada cirurgia mediúnica.

Cenário onde ocorrem ‘cirurgias’ lembra o de um hospital: até 250 atendimentos aos domingos (Foto: Edvaldo Santos)
Farmacêutico, Gotardo recebeu pela primeira vez o espírito de Demetrius há 27 anos. “Era de madrugada quando ele me acordou. Disse o seu nome, e que começaríamos a partir daquele dia a curar as pessoas.” Gotardo começou a operar em casa, mas quatro anos depois fundou um centro espírita. No início, usava instrumentos cirúrgicos, como pinças, bisturis, tesouras.
Com dois anos, porém, deixou de fazer incisões no corpo. “Ele me disse que, dali em diante, não usaria mais instrumentos.” Hoje, o farmacêutico usa apenas bastões feitos de madeira, sem pontas. O Diário acompanhou as cirurgias realizadas na noite da última quarta-feira. O cenário lembra o de um hospital.
São seis leitos cobertos com lençol branco, separados por biombos. Todos os cerca de 30 voluntários se vestem com jalecos brancos. São seis pacientes por vez, gente de cidades da região e também de Minas Gerais, Goiás, Paraná, Mato Grosso. Quem manuseia os bastões são a mulher dele e um dos voluntários do centro.

Gotardo atende até casos de câncer e paralisia (Foto: Edvaldo Santos)
Embora não recebam a entidade, dizem sentir a presença do suposto médico nas mãos, no momento da cirurgia. Na maioria dos casos, Gotardo fica apenas na supervisão. Os pacientes se deitam no leito e relatam o problema. Com uma pequena lanterna, o “médico” ilumina a região do corpo onde se concentra a doença e faz movimentos sincronizados com o bastão e os dedos, como se, simbolicamente, varresse a doença do organismo.
Cada operação dura menos de um minuto. O paciente é encaminhado para outra sala, onde marca o retorno, caso Gotardo julgue necessário. Segundo o farmacêutico, o espírito assume suas ações durante cada ato cirúrgico. A expressão facial dele muda nesses momentos, mas não há mudança na voz nem no típico sotaque caipira. “No começo, ele falava alemão, todo enrolado.
Mas hoje já domina a nossa língua.” Na última quarta, foram 66 cirurgias - a média para esse dia é de 60 operações. Aos domingos, o movimento triplica, com cerca de 250 procedimentos. A doença mais comum é o câncer, seguida por casos de paralisia e problemas cardíacos. Gotardo estima curar 70% dos casos. “Depende do merecimento de cada um.”
Sem cobrança
Diferente dos curandeiros de Votuporanga, Gotardo não cobra nada pela cirurgia. Só pede doações em alimentos, que, segundo ele, são repassados para famílias carentes de Nhandeara. Ele também orienta os pacientes a continuar com o tratamento médico convencional. “Nós temos de confiar na ciência, faz parte da doutrina espírita”, afirma.
Fé atrai pacientes de outros Estados
As promessas de cura de João Gotardo atraem pacientes de vários Estados do Brasil e até do exterior. Sandra Helena Barros de Oliveira, 50 anos, e o marido Osvaldo Barbosa de Oliveira Filho, 59, viajaram dois dias desde Cuiabá em busca de cura - ela, para um problema crônico de refluxo; ele, para inflamação no tendão de aquiles.
A primeira cirurgia foi há seis meses. “Já está bem melhor agora. Viemos para o retorno”, diz Sandra. No fim da tarde de quarta, o empresário Fábio Marchi da Silva, 35 anos, de Monte Aprazível, chegou ao centro espírita com fortes cólicas decorrentes de pedras no rim - uma estava no canal da uretra.
“Começou no domingo último, mas hoje (quarta) está insuportável. Marquei cirurgia no hospital de Monte para hoje, mas decidi vir aqui. Sou espírita, tenho fé na cura.” Ele foi um dos primeiros a ser operado por Gotardo. No dia seguinte, quinta-feira, dizia estar bem melhor. “A dor diminuiu bastante. Vou fazer um raio X para comparar.”
Outro que passou por cirurgia no centro foi o funcionário público Valdeir Franco, 37 anos, de Macaubal. Com um desgaste ósseo na região do quadril, Franco andava com auxílio de muletas. Há três anos passou pela primeira operação.
“Agora ando normalmente, sem apoio.” A cada três meses ele retorna ao local, sem abandonar o tratamento convencional, no Hospital de Base, em Rio Preto. “Isso aqui foi a minha salvação.”
Mulher do algodão fatura R$ 42 mil por mês
Edelarzil Munhoz Cardoso, 64 anos, a “mulher do algodão”, é curandeira profissional. A estrutura para receber os três mil peregrinos que a procuram todos os meses inclui garagem para ônibus, bar e banheiros na chácara que adquiriu em área nobre de Votuporanga, às margens da rodovia Euclides da Cunha (SP-320).
De cada um dos pacientes, seus assessores diretos, um filho e um primo, cobram R$ 14 - o pagamento é feito em um escritório onde há um pequeno cofre. O faturamento bruto mensal chega a R$ 42 mil. Edelarzil tem “convênio” com sete empresas de excursão, que a cada 15 dias trazem vários ônibus lotados da Capital e litoral paulista. As empresas garantem que a curandeira não fica com nenhum percentual dos seus lucros.
Edelarzil tornou-se conhecida nacionalmente por apregoar a retirada de encostos e a cura de doenças como câncer e até aids. Tudo, afirma, é materializado em sangue e objetos retirados por ela de montes de algodão sobre uma peneira. O “fenômeno do algodão” surgiu há 40 anos, quando ela morava em Parisi, cidade vizinha a Votuporanga.

Local onde os ‘pacientes’ depositam sacolas com objetos que simbolizam os males a serem extirpados (Foto: Allan de Abreu)
“Com 13 anos de idade visualizava os ‘trabalhos’ nas pessoas, e materializava tudo em objetos. Mas , aos 20, recebi mensagem de Nossa Senhora do Rosário e Santo Antônio de Pádua para usar o algodão nas materializações.” A fama veio rápida. No fim dos anos 80, um canal de TV holandês fez um documentário sobre os supostos dons sobrenaturais de Edelarzil.
Ela diz que, por intermédio do médico Lair Ribeiro, recebe pacientes dos Estados Unidos, Alemanha, Holanda, Suíça. Entre seus clientes “top”,elenca a atriz norte-americana Shirley MacLaine, a dupla sertaneja Chitãozinho & Xororó e o ator Raul Cortez, morto em 2006. Mas não revela se ganha recompensa financeira dos famosos pelo seu trabalho.
Em 1997, Edelarzil trocou Parisi pela chácara de Votuporanga. Ela nega o uso de truques. No último dia 17, faz questão de mostrar à reportagem o tanque onde é posta a bacia com o algodão, no “altar” do templo que ela construiu na chácara. Não há fundo falso, apenas um cano sem ralo no fundo, de onde a curandeira garante não sair nenhum dos objetos. “Nem vestido com manga eu uso mais, porque diziam que eu tirava as coisas debaixo da roupa.”
Na quarta-feira, 17, uma das pacientes que procurou a curandeira foi a dona de casa Sônia Aparecida Bugineli, 52 anos, de Ipuã, região de Franca. O filho Natan sofre de depressão há 6 anos, e não consegue se curar. “Já fui a psiquiatra, neurologista, e nada adiantou. A dona Edelarzil é minha última esperança de vê-lo curado.” Mas não é necessário estar presente na chácara para se livrar das doenças e encostos. Basta, segundo a curandeira, levar o nome e a data de nascimento da pessoa, e pagar a respectiva taxa.
Sacola cheia
O Diário participou de uma das sessões promovidas por Edelarzil. Ao pagar a taxa, a pessoa recebe uma senha e um pacote de algodão compacto, que ela terá de desfiar “mentalizando” o seu problema. As próprias pessoas depositam o produto desfiado em duas peneiras grandes. Edelarzil pede para todos se retirarem da sala, e benze o local com uma folha de espada-de-são-jorge. Em seguida, todos entram na sala, e a curandeira entoa uma oração.

Edelarzil diz ter recebido orientação de N.S. do Rosário e Santo Antônio (Foto: José Carlos Moreira)
Com um pequeno algodão, ela faz o sinal da cruz na testa e no pulso de cada participante, e inicia o que muitos julgam um milagre: enquanto um assessor molha o algodão com água, ela chama cada um pelo número de senha e passa a retirar os objetos, que são envoltos em papel jornal e entregues ao paciente em uma sacola plástica. A da reportagem sai pesada.
O paciente se dirige então para uma varanda ao lado do galpão, onde pode abrir a sacola e entender o significado dos objetos por meio de uma legenda estampada em um cartaz e em folhetos entregues pelos assessores. Cada item representa o tipo de encosto que a pessoa tem.
A sacola da reportagem tinha ossos (“dificuldade em tudo o que realiza”), parafuso (“para não sair do lugar e ficar sem objetivos”), penas (“dificuldade e sofrimento no trabalho”), pimenta (“para a pessoa ficar agitada”), tridente (“para atrapalhar sua vida”) e velas coloridas (“para bloquear sua vida financeira”). Tudo é deixado em uma mesa para que, segundo Edelarzil, seus assessores queimem depois.
Fazendeiro cobra R$ 60 por ‘cura’
Por R$ 60, o fazendeiro João Mascaros, 84 anos, diz curar doenças como pedras no rim, dor de cabeça, reumatismo. Esse é o preço da “garrafada” que oferece em Santa Fé do Sul, uma mistura de dez plantas da Amazônia que, segundo ele, são colhidas pelos índios em Juína, norte do Mato Grosso, onde tem uma fazenda.
Há 35 anos, Mascaros teve a ideia de mesclar essas plantas em uma bebida - diz não se lembrar do nome das espécies. “Deu certo, e o pessoal da região começou a me procurar.” Até 2005, a “garrafada” era oferecida gratuitamente. “Comecei a ter prejuízo com os gastos em trazer as plantas. Aí comecei a cobrar um valor para cobrir as despesas. Não lucro nada com isso.”
Por mês, o fazendeiro diz vender 20 “garrafadas”. Um dos clientes é o funcionário público Kleber de Almeida Cassemiro, 25 anos, de Rio Preto. Ele, o pai e o irmão dizem ter se curado de pedras no rim. “Tomei três doses, uma por dia, e acabaram as dores.”
O farmacologista da Famerp João Vicente Paiva Neto diz que, por serem produzidas artesanalmente e sem aval científico, as “garrafadas” podem causar danos à saúde. “A pessoa pode ter alergia a algum dos produtos daquele composto”, afirma. “Por isso não é aconselhável pela medicina.”
 

5 histórias surreais do Cemitério da Recoleta (Buenos Aires)


FONTE:http://airesbuenosblog.com/5-historias-surreais-do-cemiterio-da-recoleta/
cemiterio da recoleta


O Cemitério da Recoleta é um dos pontos turísticos mais movimentados de Buenos Aires. Infelizmente, a maioria dos turistas acaba indo lá principalmente para visitar a tumba da Evita, que é bem mais simples que as outras do lugar.
Visitar o cemitério da Recoleta pode ser bem chato e mórbido. As tumbas são lindas, mas depois de um tempo já enche o saco. Afinal é só tumba e caixão. Se você não conhece as histórias do lugar não tem graça nenhuma.

Aqui 5 histórias surreais do cemitério da Recoleta

1. Rufina Cambaceres, a jovem que morreu duas vezes.
Cemitério da Recoleta
Em uma das esquinas do cemitério da Recoleta está uma das tumbas mais belas, a de Rufina Cambaceres, filha do escritor Eugenio Cambaceres. Diz a história que na noite que a menina fazia 19 anos, sua mãe faria uma grande comemoração e a levaria para o teatro, apresentando Rufina para a sociedade.
Porém, antes de sair, a menina foi encontrada morta, toda rígida no chão. Um médico confirmou sua morte e no dia seguinte ela foi enterrada. Alguns dias depois, os empregados do cemitério encontraram seu caixão aberto com a tampa quebrada. A versão oficial diz que foi um roubo, mas o provável é que a Rufina tenha sofrido um ataque de catalepsia e acordado dentro do sepulcro, já que foram encontrados vários arranhões na parte interior do caixão.
Uma estátua mostra a menina segurando uma espécie de maçaneta da tumba, como se quisesse sair ou entrar do mundo dos mortos.
2. David Alleno, o coveiro que se suicidou para estrear a própria tumba.
Cemitério da Recoleta
Desde sempre, o cemitério da Recoleta foi endereço fúnebre dos mais ricos. Ser enterrado aí era sonho (ou pesadelo?) de consumo de muitos, inclusive de David Alleno.
David era empregado do cemitério e sonhava em passar a eternidade ali. Economizou durante toda sua vida para isso acontecer. Com a ajuda do seu irmão, ele viajou até a Itália, onde encomendou essa escultura. Detalhe: a lápide foi encomendada já com o ano da sua morte, 1910. Quando era perguntado sobre esse macabro detalhe pelos seus colegas de trabalho, David nada dizia.
No dia que sua tumba finalmente ficou pronta, David avisou a administração do cemitério que não trabalharia mais ali. Despediu-se dos colegas e foi embora. Ao chegar em casa se matou com um tiro.
No seu túmulo há uma estátua que o representa com sua roupa de trabalho, uma regadeira, uma vassoura, um molho de chaves e os dizeres “David Alleno, cuidador en este cementerio 1881-1910″. Atualmente é o único feliz proprietário desse pedaço de terra. Em cima da tumba está o nome do irmão que ajudou a pagá-la, Juan Alleno.
3. Liliana Crociati e a conexão com seu cachorro
Cemitério da Recoleta
Em 1970, Liliana morreu numa avalanche durante sua lua de mel na Áustria, na cidade de Innsbruck. No mesmo dia, separado por mais de 14 mil quilômetros de distância, seu cachorro Sabú também faleceu.
Seu pai fez um mausoléu que imita o quarto que Liliana tinha em vida. Sua escultura é a única do cemitério acompanhada por um cachorro.
4. Salvador María del Carril e Tiburcia Dominguez, o rancor eterno
Cemitério da Recoleta
Salvador María del Carril foi vice-presidente constitucionalista, governador de San Juan e Ministro de Governo, porém ele é lembrado no cemitério pelo péssimo relacionamento que tinha com sua esposa Tiburcia.
Depois de uma briga horrível, eles se deixaram de falar e assim ficaram por mais de 30 anos. Del Carríl inclusive fez uma carta pública dizendo que estava cansado das dívidas da mulher e não pagaria mais nenhum centavo do que ela devia.
Quando ele faleceu, sua esposa fez um mausoléu lindíssimo para o marido, com uma estátua olhando para o sul. Quinze anos depois, quando Tiburcia morreu, seu último desejo era que seu busto fosse colocado de costas para o de Del Carril, já que seu ódio duraria toda eternidade. Continuam sem se falar e se olhar desde então.
5. Elisa Brown, a noiva do Rio da Prata
Cemitério da Recoleta
Elisa Brown, filha do famoso almirante Brown, estava esperando a volta do seu noivo, o comandante Francis Drummond, que justo estava lutando sob as ordens do sogro na Guerra Cisplatina
Na batalha de Monte Santiago, Francis morre nos braços do Almirante. Sua última vontade foi que entregassem a Elisa o relógio que ele estava usando.
Meses depois da morte do marido e desesperada por não conseguir viver sem seu amor, Elisa se joga ao Rio da Prata com o vestido de noiva que havia sido encomendado para seu casamento e morre afogada. Seus restos estão dentro de uma urna que foi feita com o bronze fundido de um dos canhões da embarcação que Francis usou na guerra.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

O que aconteceu com a Bela Adormecida do Paraná?

Texto e fotos: Sandro Fortunato

Outubro de 2004


FONTE:http://www.memoriaviva.com.br/siteantigo/bela.htm

Quando a matéria “A Bela Adormecida do Paraná” foi disponibilizada no site O Cruzeiro on line, no dia 18 de junho deste ano, não esperávamos tanta repercussão. Recebemos vários e-mails com as mesmas perguntas: O que aconteceu com ela? Como terminou a história?
Vamos lembrar como começou. No final de 1957, a jovem Leci Susana Garcia, então com 17 anos, natural de Londrina, Paraná, estava gripada. Um dia, queixou-se de sonolência. E caiu no maior sono de que sem notícia. Quando a revista O Cruzeiro noticiou pela primeira vez o caso da Bela Adormecida do Paraná em sua edição de 26 de março de 1960, Leci dormia há mais de dois anos. Ela foi notícia em Londrina, no Brasil e no mundo. Médicos, religiosos e até paranormais tentaram despertá-la de seu sono.
Corte. Agosto de 2004. Quase 47 anos depois do início dessa história, a reportagem do Memória Vivavai encontrar Leci no Conjunto Ernani Moura Lima, em Londrina. O local fica próximo ao aeroporto. É um bairro simples, residencial. O taxista erra a entrada, damos mais uma volta e finalmente chegamos. Logo na casa da esquina nós a encontramos. A plaquinha na modesta residência de cor rosa, que parece abandonada, informa: aquela é a Rua Leci Susana Garcia.
“Ela foi uma noiva que morreu num acidente, não foi?”, pergunta Dona Elza Gonçalves, a mais antiga moradora da rua. Não, Dona Elza, Leci não morreu em um acidente. Ela dormiu. E nunca mais acordou.
Foram quase cinco anos dormindo. A primeira parte dessa história terminou em outubro de 1962. Primeira parte? Sim. Porque depois começa a história da Leci que leva fiéis ao cemitério. Fiéis que acreditam que ela faça milagres. “Eu sou evangélica mas de vez em quando eu apareço lá. Ela atende os pedidos. Uma coisa que eu pedi, ela atendeu”, conta Dona Elza.
Mas voltemos à história do estranho sono. Leci não estava exatamente dormindo. “Para nós, ela estava consciente. A gente conversava e ela respondia (com pequenos sinais)”, conta Mauro Antônio Garcia, irmão mais novo de Leci. Da gripe ao sono profundo, foi aproximadamente um mês e meio. “A cada dia, ela tinha uma regressão de movimentos, até entortar a face, ficar com a boca torta, dificuldade de falar, Isso foi gradativo. Cada dia era um sintoma negativo, até entrar em coma”, lembra ele.
Branca Garcia Martinez, a mais nova das quatro irmãs Garcia, conta como tudo começou: “Ela se sentiu mal – estava com gripe –, depois começou a sentir um adormecimento no braço e na perna e foi levada a médicos. Dr. Ascêncio (veja o box) foi chamado e constatou que era uma gripe asiática. Depois disso ela foi piorando. Daí constataram que era uma encefalite-a-vírus. Ela foi para Curitiba e voltou bem ruim, já veio desenganada. Ela já foi para Curitiba com o diagnóstico de encefalite e voltou com ‘15 dias de vida’. Com soro, já não comia. Voltou em coma. Entrou em coma profundo e por uns seis ou sete meses ela se alimentou só com soro”.
O caso de Leci logo começou a ser abordado pela imprensa. Primeiramente pelos jornais locais e depois de dois anos pela imprensa nacional. Foi quando apareceu o jornalista Hélio Siqueira, do Diário de São Paulo, que esteve em Londrina e começou a fazer reportagens sobre Leci. O caso passou a ter repercussão nacional e chamou a atenção de autoridades como o secretário de Saúde de São Paulo, Fauze Carlos, que se interessou e cedeu um leito no Hospital das Clínicas. Até um avião da FAB - Força Aérea Brasileira estaria à disposição de Leci para levá-la a qualquer lugar do mundo onde pudesse haver uma cura.
“Tudo que se pensasse, que se imaginasse que alguém pudesse fazer de bom para ela, meu pai ia atrás. Na época existia o Padre de Tambaú (Pe. Donizetti), o Zé Arigó (paranormal que fazia operações espirituais). Veio gente da Índia, um hindu veio aqui em Londrina fazer trabalhos para ela. Se você chegasse falando ‘eu tenho um poder assim ,eu sou um paranormal, eu tenho um dom de receber uma graça de Deus e vou fazer uma coisa para ela, posso fazer uma oração?’ Pode. Esse hindu, através da imprensa brasileira, ficou conhecendo a história. Ele escreveu ao meu pai perguntando se poderia vir e fazer um tratamento nela. Jamais poderia ser dito ‘ela não teve um atendimento assim porque a família não deixou’. Não. Tudo foi tentado”, conta Mauro. A irmã confirma e completa: “As pessoas católicas faziam orações, as irmãs (do colégio onde estudavam) faziam orações, o que chegasse a gente aceitava porque era uma esperança”.
No entanto, médico algum jamais deu esperança ao caso. Chegaram a pensar em levar Leci para a Rússia. Foram mandados os exames mas eles disseram “não adianta vir que não tem o quê fazer”. Seus exames foram enviados aos maiores centros neurológicos da época: Rússia, Canadá, Estados Unidos e França. Nunca ninguém disse “ela vai voltar”.
“Tudo que foi falado na parte médica, sempre foi em hipótese” diz o irmão, “foi uma coisa assim: vamos deixar como está para ver como é que fica. Nem medicamento ela tomava. Eram feitos exames periódicos. Todos os médicos falavam que era incrível, pois tudo funcionava como um relógio. Às vezes, a gente percebia, ela ficava muito nervosa. Ela se mordia. Teve época que ela tinha que dormir amarrada porque, à noite, ela levava a mão à boca e se mordia. Chegava a ferir. Deveria ser ansiedade. Para nós, ela estava consciente. No final, pouco antes de morrer, ela balbuciava algumas palavras que nós entendíamos. A gente abria o olho dela e perguntava ‘sabe quem está aqui?’. Às vezes ela fazia assim (leve movimento com a cabeça), às vezes balbuciava o nome. Mas não na fase aguda, isso foi depois. A gente percebia que ela tinha consciência. Então esse nervosismo era totalmente compreensível. Ela pensava, raciocinava e não conseguia se expressar”.
Leci era uma jovem “muito divertida, dançava, tocava acordeom, era alegre, uma pessoa super normal, jogava vôlei, namorava”. O noivado estava marcado para abril de 1960, quando ela faria 18 anos. Como ficou doente em novembro do ano anterior, acabou ficando noiva mesmo de cama, estando em coma, por exigência do namorado. Isso foi na época do Natal. “Depois de uns dois anos, dois anos e meio”, conta Branca, “papai disse (ao noivo) ‘você está livre e desimpedido para seguir sua vida’ ”. Não havia qualquer expectativa da volta de Lecy ao estado consciente.
Com a doença de Leci, a rotina na casa dos Garcia mudou. O pai, David, agricultor, passou a dedicar-se quase exclusivamente à filha, fato sempre lembrado nas reportagens e por quem conhecia a família. Dona Rosa, costureira, tinha ainda outros quatro filhos para criar: Maria Nelly, Myriam Estela, Branca e Mauro. “Nós éramos quatro moças e ele (Mauro), o caçula. Eu tinha 13 anos nessa época. Ele é dois anos mais novo que eu. Era um drama total. Mamãe vivia quase só em função dela. Era costureira e ainda trabalhava, além de cuidar dela. Se alguém escutasse um barulho, tinha que correr. Ela ficou quase cinco anos na cama e nunca teve uma feridinha. Eles a trocavam de lugar, viravam, levavam para tomar sol”, lembra Branca. “Ela tinha atenção 24 horas. Meus pais ficavam atentos a qualquer movimento. Se ela se mexesse, eles já pulavam para ver, naquela ansiedade de ser uma melhora”, completa o caçula dos Garcia.
E que lição se tira de uma experiência dessas? “Dedicação de pais. Só mesmo pai e mãe para ter tanta dedicação”, responde Branca, “não se revoltaram nunca. Nunca ouvi uma reclamação, um pingo de revolta. Nem depois que ela faleceu”. “Nem ‘tô cansado dessa vida. Por que comigo? Por que aconteceu isso? O que eu fiz para receber esse castigo?’ Nada. Nunca ouvimos nada disso”, diz Mauro, antes da irmã completar: “Foi uma lição de aceitação, de resignação. Se você tem fé, você não se revolta. Para mim, ficou esse exemplo”.
Leci Susana Garcia faleceu no dia 3 de outubro de 1962, quase cinco anos depois de ter começado a dormir. Seu túmulo no Cemitério São Pedro (veja box) é um dos mais visitados de Londrina.
Entrevista
Dr. Ascêncio Garcia Lopes, médico
Branca mal lembrava que o Dr. Ascêncio Garcia Lopes já era formado quando Leci ficou doente. “Ele era muito novo, mas já tinha fama de competente”, diz ela. Ele tinha 29 anos, formado há dois, pela USP. Atualmente, aos 76 anos, está aposentado. Seu filho – também médico e com o mesmo nome – dá continuidade ao seu trabalho. Dr. Ascêncio fala do caso Leci.
O que o senhor lembra dessa história?
Os pais da Leci eram conhecidos meus de muitos anos, tinham amizade com meu avô. Aconteceu da Leci ficar doente e eles me procuraram, de início, para dar uma opinião. Na fase em que ela estava, apresentava um quadro neurológico. Ela estava totalmente desligada, dormindo mesmo, num sono profundo, que não tinha estímulo algum que fizesse acordá-la.
Naquela época, como se podia diagnosticar isso?
Com exames clínicos. Ela não tinha reação de jeito nenhum. Estava em um estado letárgico, de sono profundo, sem nenhum reflexo presente, a não ser os reflexos fundamentais, de respiração, alimentação. Ela respirava e deglutia normalmente. Eu fazia cirurgia e clínica geral mas, evidentemente, na primeira fase, nós consultamos os neurologistas. E todos chegavam ao mesmo diagnóstico: de um sono profundo, sem atividade, sem nenhum procedimento clínico ou cirúrgico que pudesse chegar a uma cura qualquer.
O diagnóstico era de encefalite-a-vírus?
É. Possivelmente. Naquele tempo não tinha muito recurso laboratorial para a gente chegar a pontos bem determinados. De um modo geral, tínhamos diagnósticos clínicos. Então o que era? Era encefalite? Era. Porque o cérebro dela estava totalmente desorganizado.
Em linguagem leiga, o que é uma encefalite?
A encefalite pode ser por várias causas: a vírus, bacteriológica... Como não se tinha febre, não se tinha um quadro infeccioso agudo, então, achamos que seria uma encefalite-a-vírus, que às vezes não dá febre. Encefalite é 
uma inflamação do encéfalo. O cérebro fica inchado, aumenta e se desorganiza.
E no caso de uma encefalite-a-vírus, como isso pode ocorrer?
Um micróbio, que se localiza ali, que chega até lá. No caso dela pode ter sido pela gripe e o vírus se localizou no cérebro.
Hoje ela poderia ser curada?
É difícil saber porque a lesão que ela teve era profunda. Não era só um estado de sonolência. Ela estava dormindo mesmo.
O que foi feito então?
Depois de esgotar todos os elementos possíveis para alguma cura – aqui e em São Paulo – chegamos à conclusão de que ela estava em um sono profundo, sem reações de volta. E a nossa função era mais ou menos a seguinte: vamos mantê-la respirando bem, comendo bem, vida vegetativa normal para que não tivesse uma complicação. O que, infelizmente, aconteceu depois. Ela teve uma deglutição de alimentos que foi para o pulmão – em vez de se dirigir para o esôfago e o estômago – e deu uma pneumonia. São as complicações que matam, nesses casos.
Ela teve os cuidados necessários?
O pai parou a vida dele e dedicou-se inteiramente a essa filha. Fazia tudo. Dava banho, lavava, alimentava, fazia exercícios, tudo. Vinte e quatro horas por dia, o pai tomava conta para que ela ficasse perfeita. O cuidado era total. Uma maravilha.
A família tinha impressão que ela respondia...
Sempre quem acompanha a pessoa tem a impressão que consegue entender, que consegue falar... eu nunca escutei ou entendi nada. Era um sono profundo.
O senhor já viu algum caso parecido com esse?
Pessoalmente, não. De leitura, de casos médicos, sim.

A Bela que faz milagres
Ao entrar no Cemitério São Pedro, em Londrina, basta perguntar a qualquer funcionário onde fica o túmulo da Bela Adormecida que todos saberão responder. É um dos mais visitados. Lá também foram enterrados os pais de Leci. David Garcia faleceu em 1993 e Dona Rosa em setembro do ano passado.
Placas de agradecimento e velas se acumulam no local, não importando a limpeza constante. As pessoas acreditam que Leci atende aos pedidos feitos a ela. Fabricia Martinez, filha de Branca, conta que já viu uma pessoa passando a mão na foto de Leci e depois passando nos olhos.
Do túmulo brotava água que diziam ser milagrosa. O pai de Leci nunca permitiu qualquer estudo e não incentivava tais crenças. “Eu sou católica. Já pedi graças a ela e fui atendida. Mas eu tenho muita fé. Papai não cultivou isso”, diz Branca.
“Eu tenho minhas crenças, faço minhas orações, mas nunca pedi nada para ela”, comenta Mauro Garcia. “Eu pedi uma vez”, reforça a irmã, “fui ao cemitério e pedi. Não era nada extraordinário, mas fui atendida. E sempre rezo para ela”.
:: Veja matéria sobre Leci na edição de 26 de março de 1960 no site O Cruzeiro on line.
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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Turismo macabro: 25 locais com passados sinistros

O mês de outubro é época das histórias assustadoras (por causa do Halloween, festividade pagã que acontece no dia 31). Assim como o Brasil fica cheio de turistas nos primeiros meses do ano (por causa do nosso verão, do carnaval e outras festas), outubro resultou em um novo tipo de fenômeno, o “turismo macabro”, você já ouviu falar?
Diferente de quem vem para o nosso país, aqueles que procuram pelo turismo macabro estão em busca de lugares cheios de morte, destruição e desespero. Quem tem pavor dessas coisas deve evitar esses locais. Mas esses tipos de destinos podem ser bem interessantes para quem gosta de histórias, principalmente aquelas que dão muito medo.

01 — Kigali Genocide Memorial Centre, Ruanda

Este memorial homenageia as vítimas do genocídio de Ruanda, que matou de 500 mil a 1 milhão de ruandeses (quase 20% da população) em 1994.

02 — Campo de concentração de Auschwitz, Polônia

Este assustador campo de concentração no sul da Polônia serviu de cenário a execução de aproximadamente 1,1 milhão de judeus. Quem tem coragem de visitar o seu interior pode ver quartos nos quais estão recolhidos sapatos, óculos e até mesmo cabelo das vítimas.

03 — Alcatraz, Estados Unidos

Essa prisão ficou aberta entre 1934 e 1963 e durante esses anos foi tida como o sistema prisional mais forte/seguro da América. Isso provavelmente porque ela fica em uma ilha a 1,25 milha da costa de São Francisco.

04 — Banff Springs Hotel, Canadá

Este belo hotel canadense tem a fama de ser um dos lugares mais assombrados do mundo. Muitas pessoas se aventuram pelas montanhas só para ver os fantasmas de uma família que foi assassinada dentro do lugar.

05 — Fukushima, Japão

O lugar de um dos acidentes nucleares mais desastrosos do mundo se tornou um ponto turístico. Edifícios memoriais estão sendo construídos para manter os hóspedes protegidos da radiação, caso o desejo de visitar o local seja muito grande.

06 — Babenhausen Barracks, Alemanha

Esta cidade foi o lar de soldados nazistas durante a Primeira Guerra Mundial. Pessoas dizem que fantasmas desses combatentes alemães ainda podem ser vistos por lá, realizando treinos e gritando a noite toda.

07 — London Dungeon, Inglaterra

O London Dungeon é uma atração que leva os visitantes a uma viagem através de mil anos pelas partes mais sangrentas da história de Londres.

08 — Riddle House, Estados Unidos

Originalmente construído como uma casa funerária, este local é agora uma atração turística paranormal. Ele é famoso pelas assombrações de pelo menos dois funcionários do estabelecimento que se mataram ali.

09 — Choeung Ek, Camboja

O regime de Khmer Rouge no Camboja matou mais de 1 milhão de pessoas em Choeung Ek. Hoje, o lugar é um memorial a esta tragédia, e 9 mil corpos ainda estão espalhados pela terra, em valas comuns.

10 — Ground Zero, Estados Unidos

O National September 11 Memorial & Museum foi construído para homenagear as vítimas de uma das maiores tragédias da América.

11 — Pompeia, Itália

O Monte Vesúvio entrou em erupção em 79 d.C., matando grande parte da população de Pompeia que tinha por volta de 11 mil pessoas. O lugar foi encontrado soterrado debaixo de muito entulho somente em 1599.

12 — Ilha das Bonecas, México

Conta-se que um homem chamado Julian Santana morava em uma ilha do México e achou o corpo de uma menina que se afogou por perto. Ele acreditava que o espírito da garota estava o assombrando, então resolveu apaziguá-la enforcando centenas de bonecas nas árvores ao redor de sua casa. O cadáver do homem foi achado no mesmo local onde a menina estava.

13 — Naufrágio do Costa Concordia, Itália

Esta recente tragédia ocorreu quando o navio de cruzeiro Costa Concordia atingiu uma estrutura submarina na costa de Isola del Giglio, na Itália, em 2012. O acidente o fez naufragar e matou 32 pessoas.

14 — Oradour-sur-Glane, França

Os nazistas acreditavam que um de seus oficiais estava sendo mantido em cativeiro nesse município francês, então eles assassinaram a população inteira nas ruas. A cidade foi reconstruída como um memorial a esta tragédia.

15 — Castelo de Bran, Romênia

Este castelo romeno foi o lar de Vlad Drácula, a inspiração para o personagem vampiro homônimo criado por Bram Stoker. O verdadeiro Drácula pode não ter sido um ser sobrenatural, mas ele tinha uma estranha obsessão por empalar e esfaquear pessoas, o que não é nada encantador.

16 — Cemitério Stull, Estados Unidos

Conhecido como uma das sete portas de entrada para o inferno, este cemitério tem a fama de abrigar o corpo do único filho de Satanás. Quando o Papa viajou para os Estados Unidos, ele proibiu que o seu avião sobrevoasse o leste de Kansas (onde o lugar está), de modo que isso não é realmente um bom sinal.

17 — Leap Castle, Irlanda

Os atrativos desse destino de férias incluem uma masmorra secreta cheia de espinhos usados para executar prisioneiros e uma capela denominada "capela sangrenta" por causa de toda a violência que ocorreu por lá.

18 — Floresta do Suicídio, Japão

Devido à tranquilidade que esta densa floresta traz, ela se tornou um local popular onde as pessoas vão para acabar com a própria vida. Lá ocorrem mais de 100 suicídios por ano e se podem encontrar alguns corpos por lá.

19 — The Ridges, Estados Unidos

O Athens Lunatic Asyllum (também conhecido como The Ridges) era famoso por realizar lobotomia transorbital em seus pacientes. Ele também tinha uma ala de tuberculose muito perigosa, na qual muitas pessoas morreram.

20 — Campo de batalha de Somme, França

A batalha em Somme ocorreu em 1916 e foi a maior da Primeira Guerra Mundial. Mais de 1 milhão de homens foram mortos ou feridos, tornando-se uma das batalhas mais sangrentas da história da humanidade. Os campos de batalha foram deixados para trás, mas estão cheios de fantasmas.

21 — Pripyat, Ucrânia

Pripyat é a cidade onde os trabalhadores da fábrica nuclear de Chernobyl viviam. Quando o desastre aconteceu, em 1986, 31 pessoas morreram, mas muitas outras da região ainda sofrem de câncer e outras deformações até os dias de hoje.

22 — Belchite, Espanha

Após a Guerra Civil Espanhola, esta cidade foi dizimada e um novo município foi construído usando as mesmas ruas. As antigas ruínas ainda são um fascínio popular entre os turistas melancólicos que vagam pelo local.

23 — Cemitério La Noria, Chile

A antiga e abandonada cidade de mineração La Noria, no Chile, tem um cemitério que possui túmulos que nunca foram completamente preenchidos com terra, deixando os espíritos livres para caminhar à noite.

24 — Ossuário Sedlec, República Tcheca

A República Tcheca é o lar de uma capela decorada com os ossos de 40 mil a 70 mil pessoas. Não é surpresa que essa decoração é, muitas vezes, apresentada em filmes de terror.

25 — Okpo Terra, Coreia do Sul

Depois da morte de duas crianças, este pequeno parque de diversões foi fechado, deixando a natureza tomar conta de tudo.

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Na verdade, visitar uma praia e aproveitar o sol pode tornar suas férias muito melhores. Comemorar a morte e a destruição não soa como uma boa ideia, não acha?
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